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Moda e Beleza
19 out 2016 • Por Giu Menezes

Testei: Naked 3 da Urban Decay

Eu to com essas fotos e a ideia desse post prontos há séculos, mas sempre ia adiando e nem sei bem o porquê!

As paletas Naked, da Urban Decay, são febre consolidada e as queridinhas de muita gente espalhada nesse mundo. Também, reúne cores básicas, neutras e lindas, prontas para fazer qualquer maquiagem para o dia ou para a noite. Hoje temos no mercado quatro paletas Naked grandes e duas pequenas, as chamadas Naked Basics. Eu, como sou a louca das sombras, tenho três 😀 a Naked Basics 1, a Naked 2 e essa aqui, minha preferida, a Naked 3!

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Cada uma delas puxa para uma cor neutra, variando entre tons e similaridades. O que eu gosto na 3 é que ela é composta por cores e tons mais rosados, o que eu acho que facilita mais na hora de fazer maquiagens neutras e básicas para o dia-a-dia, porém ao mesmo tempo fugindo do simples demais que mal aparece a sombra. Variando entre acabamento mate e cintilante, passando até pelo metálico, as sombras tem uma duração que eu nunca vi igual, mas é bom tomar cuidado, porque a pigmentação é forte e pode até manchar. Sempre vale dar uma testadinha na mão antes de ir enfiando o pincel no olho, hahaha.

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A caixinha dela é uma graça! Como a Naked 2, essa também é de lata (a Naked original é revestida por veludo) e fecha muito bem com os ganchinhos que ela tem. Mas, em vez de ser lisa e só ter o nome em alto relevo, essa tem umas ondas que dão como se fosse um movimento – e a beleza da paleta já começa aí! Assim como suas irmãs grandinhas, ela também vem com um pincel que de um lado é para depositar a sombra e o outro, para esfumar. Mas confesso que nunca usei ele por dó. Além disso, acho ele mais duro que os pinceis que tenho aqui em casa de olho!

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Vamos ao review…

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Strange, Dust, Burnout

Strange: um off-white opaco, bem delicado. É ótimo para passar logo abaixo da sobrancelha e iluminar sem dar brilho.

Dust: a expressão “fairy dust” ou “pó de fada” cai muito bem aqui! É minha preferida da paleta para iluminar o canto interno. Um rosinha bem sutil, mas com brilho que dá pra enxergar de longe! Tem até que tomar cuidado pra não cair o glitter no rosto inteiro!

Burnout: um rosa antigo discreto, com abamento acetinado. Não ilumina a vida como o Dust, mas não é aquele opaco nosso de todo dia. Eu gosto!

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Limit, Buzz, Trick

Limit: um tom acima do rosa antigo, totalmente mate. Ótimo para começar a maquiagem e fazer aquela “caminha” antes de ir se aprofundando nas outras cores. Dá uma igualada no tom da pálpebra, se você for mais branca como eu.

Buzz: rosa escuro com leves brilhos de impacto! Bom para uma festa durante o dia porque não pesa.

Trick: não sei definir essa cor, mas varia entre um cobre e dourado bonito, nem tão discreto, mas digno de uma boa iluminada no canto interno, no meio do olho, onde quiser! haha

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Nooner, Liar, Factory

Nooner: um marrom rosado mate. Entra na mesma categoria que o Limit, mas o Nooner é mais aparecido. Acho bem possível que para as peles mais morenas e negras ele se encaixe bem no quesito de primeira sombra para igualar o tom da pálpebra 😉

Liar: eu gosto do nome, hahaha E da cor também, claro. Um rosa com um fundo de marrom metálico, fica lindo para esfumar canto externo!

Factory: um marrom com micropartículas de brilho. Como é bem pigmentado, costumo usar bastante na hora de esfumar e dar acabamento. Ele e a Mugshot fazem uma dupla belíssima!

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Mugshot, Darkside, Blackheart

Mugshot: um tom de marrom mais claro, com o mesmo acabamento da Factory. E essa sombra é bem interessante de ser usada sozinha, naquele dia “não to afim de fazer olho trabalhado, mas não quero sair sem nada”

Darkside: é a única sombra da paleta que puxa um pouco o tom do cinza, mas nada pesado. Cinza e rosa são cores que combinam bem, então acho que faz sentido a presença dela aqui. Olhando de longe parece um acabamento mate, mas na verdade, é acetinado, com minúsculas, quase invisíveis, partículas de brilho.

Blackheart: nem precisa de muito para definir, né? Um vinho, quase preto, com partículas bem visíveis de brilho no tom de rosa forte. É pra matar a gente do coração!

No Brasil é fácil encontrar a Urban Decay e suas paletas no site e nas lojas da Sephora, e essa daqui está por R$239,00. Lá fora é sempre mais barato, então se você tiver um dinheirinho sobrando pra comprar dólar e conhece alguém que vai viajar, já aproveita pra pedir! Na Sephora americana, ela está saindo por US$54,00 sem impostos.

Quem já conhece essa paleta, gostou? Me conta aqui nos comentários!

Beijos! =)

Livros
18 out 2016 • Por Giu Menezes

Anjo Mecânico, de Cassandra Clare

“As Peças Infernais” é uma outra série sobre os Caçadoras de Sombras de Cassandra Clare. Ela se passa na Londres Vitoriana, no ano de 1878 e, apesar de ser outra série, outras personagens e outras histórias, não dá para ler e não encontrar relações com “Os Instrumentos Mortais”. Na verdade, o interessante é ler na ordem de publicação dos livros, intercalando as duas séries, pois assim vamos descobrindo pessoas e acontecimentos passados que justificam e explicam alguns do presente…

Portanto, se você ainda não leu “Cidades dos Ossos“, “Cidade das Cinzas” e “Cidade de Vidro“, nem continua lendo essa resenha para não ter spoilers! 😉

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O primeiro livro da série é “Anjo Mecânico”, nossa resenha de hoje.

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Sinopse

A história começa com Tessa Gray se mudando de Nova York para Londres, depois da morte da tia, com o objetivo de encontrar seu irmão, Nate. Chegando lá, ela é raptada pelas Irmãs Sombrias que a fazem explorar um poder que ela nem sabia que tinha. Depois de uma incursão dos Nephilim ao covil das bruxas, Tessa é resgatada por Will Herondale, um caçador de sombras menor de idade, prepotente, que acha que é o melhor guerreiro de todos (alguma semelhança com outro caçador de sombras que vocês conhecem? haha). A menina é levada para o Instituto de Londres, onde é acolhida por Henry e Charlotte Branwell, diretores do Instituto. Lá, ela também conhece o doce Jem Carstairs, parabatai de Will e um caçador frágil, aterrorizado por uma doença incomum.

Enquanto estão no Instituto, os Nephilim e Tessa descobrem que as Irmãs Sombrias trabalham para alguém chamado Magistrado, que deseja o fim dos filhos do Anjo. Além disso, parte desse plano é o casamento de Tessa com o Magistrado e, para forçá-la a fazer o que ele deseja, ele mantém Nate como refém. Tessa, Will e Jem, junto com os outros moradores do Instituto partem em uma caçada a fim de descobrir quem é esse Magistrado e como ele planeja acabar com os Nephilim. E, mais importante, o porquê ele precisa tanto da menina para isso.

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“Anjo Mecânico” já é envolvente desde o primeiro capítulo, mas quanto mais você lê, menos quer largar o livro, haha. Começando pelo fato de passar em uma Londres histórica, conhecemos muito da história dos Caçadores de Sombras que ainda não tínhamos visto na primeira série. Vemos também os antepassados das personagens que já conhecemos e até aparecem algumas que estamos familiarizadas, como o eterno e irresistível Magnus Bane.

Will e Jem são os melhores amigos que sempre quisemos ter, pouco vistos em livros – talvez uma amizade parecida seja a de Jace e Alec, mas no caso das personagens de “Anjo Mecânico” parece que a amizade vai muito além do sentido literal da palavra. Os dois são cativantes à sua maneira: enquanto Will é prepotente, dono da razão e adora se jogar de cara ao perigo para proteger quem ama, Jem é mais calmo, mais ponderado e mais cuidadoso. Ele esconde um segredo e uma doença delicada, que poucos conhecem ou entendem. Quando falamos de escolher seu preferido, eu não sei até hoje qual dos dois me encanta mais, hahaha 😉

As outras personagens da história são igualmente importantes, como Charlotte, que traz o peso de uma família importante e os meninos Lightwood, que te dão outra visão sobre essa família centenária. Tessa é o ponto principal da história, pois sua origem é completamente desconhecida, além de ela ser uma feiticeira única, com todas suas peculiaridades. Vou repetir, não dá nenhuma vontade de deixar o livro de lado sem querer saber o que vai acontecer no próximo capítulo!

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Para quem ainda não leu as séries, ou tem curiosidade qual sequência deve ler, segue abaixo. Vale dizer que eu li toda a série de “Os Instrumentos Mortais” para depois ler “As Peças Infernais” e, apesar de saber que teria mais surpresas lendo na ordem abaixo, isso não estragou a história para mim.

Cidade dos Ossos
Cidade das Cinzas
Cidade de Vidro
Anjo Mecânico
Cidade dos Anjos Caídos
Príncipe Mecânico
Cidade das Almas Perdidas
Princesa Mecânica
Cidade do Fogo Celestial

Vou, inclusive postar as resenhas nessa ordem, para deixar no clima 😉

Beijos! =)