Livros
12 set 2016 • Por Giu Menezes

A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard

Eu não sabia bem o que esperar de “A Rainha Vermelha” quando comecei a ler. Já tinha ouvido falar muito bem e o livro estava bombando nas redes sociais, principalmente no Instagram (por falar nisso, já viram meu perfil só de livros? @lendocomagiu), então estava meio receosa de me decepcionar com o livro por conta disso…

arainhavermelha_02

Eu confesso que fiquei meio perdida, sem entender o que estava acontecendo na história por pelo menos 100 páginas. Era uma confusão de vermelhos e prateados, características estranhas como murmurador, forçador e etc., e uma sociedade em que quem não trabalha, vai para a guerra. Aí eu comecei a entender.

arainhavermelha_01

Sinopse

Mais uma distopia, em um mundo futuro onde as nações de hoje já não existem e foram substituídas por novos países. A monarquia voltou e a lei do mais forte se faz mais presente que nunca. A diferença aqui, é que a separação dos povos se dá pela cor do sangue: prateados fazem parte da classe mais alta da sociedade: tem alguns poderes, dependendo de suas famílias e as Casas Nobres compõem a realeza. Do outro lado, quem faz tudo funcionar: vermelhos de sangue são a escória da população, trabalham para os prateados, vão para a guerra por eles e vivem na miséria.

E é assim que Mare Barrow vive. Ela sabe que quando completar 18 anos vai, inevitavelmente, para a guerra, como seus irmãos. Sem emprego, ela passa seus dias roubando dos outros para sustentar a família. Até um dia em que, numa tentativa frustrada de roubar um prateado, conhece esse cara e no dia seguinte ela é levada para o Palacete do Sol – o palácio de verão da família real – para trabalhar como criada. E é aí que as coisas começam a dar errado – ou certo – para Mare.

arainhavermelha_03

Além disso, um grupo de revolucionários que se intitula “Guarda Escarlate” começa a atacar os prateados, deixando quase impossível para os vermelhos que nada tem a ver com o grupo, sobreviverem. Talvez não tenha sido a melhor opção para Mare se enfiar no meio de tantos prateados no momento, mas agora é tarde demais.

Depois que entendi a pegada do livro mesmo, gostei. Achei bem interessante e muito diferente das distopias que já li. Sai um pouco daquele romancezinho sem graça que vemos acontecer na maioria – aqui a história é muito além disso. Em um mundo onde não se pode confiar em ninguém, independente da cor do sangue, Mare se vê jogada aos tubarões no instante em que um momento dá errado na Prova Real – a prova que vai definir a escolha da futura rainha – e com o ditado “todos podem trair todos”, Mare se vê bem confusa, sem saber quem está mentindo e quem fala a verdade.

O livro é bem denso, cheio de detalhes e reviravoltas bem impressionantes. Até onde eu saiba, é uma trilogia, e o segundo livro “Espada de Vidro” já está aqui em casa para eu ler!

Quem já leu? O que achou?
(agradecimento especial às minhas amigas que me emprestaram os dois livros 😉 haha)

Beijos! =)

Comente pelo Facebook
Escreva seu Comentário
* Preenchimento obrigatório. Seu email não será divulgado.
Quer que sua foto apareça no comentário? Clique aqui.

1 Comentário
  1. […] Esse é o segundo livro da série “A Rainha Vermelha”. Para ver a resenha do primeiro, clique aqui. […]