Os destaques do blog
Aleatórios
26 out 2016 • Por Giu Menezes

Por aí: Jamie’s Italian

Domingo foi dia de comemorar aniversário de namoro e noivado! Dá para acreditar que já passou um ano desde a viagem para Buenos Aires? Clichê, mas como o ano voou, einh? Mas, voltando ao assunto principal, resolvemos comemorar do modo que fazemos de melhor: comendo! 😀 E escolhemos um restaurante diferente, que ainda não conhecíamos, o Jamie’s Italian, do famoso chef Jamie Oliver.

Preferimos ir para Campinas, em vez de São Paulo, pela facilidade, então escolhemos o restaurante que fica no Shopping Dom Pedro. Como não conhecia, achei melhor reservar, pelo próprio site do restaurante. Chegando lá, vi que nem precisava ter reservado para o nosso horário (fomos às 12:30h), mas não sei dizer como é em outros dias e/ou horários.

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O local é bem diferente: estilo industrial, com acabamento rústico e até o guardanapo retratando um pano de chef mesmo. Tinha uma parte onde ficavam à mostra alho, cebola, e carnes. Tudo muito descontraído, com um ar para te deixar confortável e à vontade: você está ali para aproveitar uma boa comida e ponto!

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Bruschetta de queijo mascarpone e salmão

Como entrada, fomos na sugestão da garçonete super atenciosa que estava conosco, e pedimos essa bruschetta de queijo mascarpone e salmão. Ainda bem que ela entendeu que era só uma, porque na verdade, queríamos uma para cada, mas acontece que não rolou. O Renato já não gosta de peixe cru e, por falta de informação e de perguntar mesmo, foi exatamente isso que veio, hahaha. Ele até experimentou, mas não foi. Eu, sinceramente, não achei ruim, mas não gostei tanto assim. Não sei se foi o queijo mascarpone ou o toque de molho de laranja… sei lá, nem terminei de comer.

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Penne alla carbonara

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Spaghetti com almôndegas

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Italian steak

Felizmente a sugestão para os pratos principais foram bem acertadas! A especialidade da casa são massas, feitas diariamente lá mesmo, super frescas. Você pode pedir em dois tamanhos, ambos individuais: tradicional de 150g, ou meia porção de 75g para combinar com alguma carne – que foi o que escolhemos. Eu fui de penne alla carbonara e o Renato de spaghetti com almôndegas. Nós dois pedimos o Italian Steak, que é um paillard de alcatra. De verdade, foi um pedido certeiro! A massa estava divina, o molho maravilhoso e as lascas de pancetta mega crocantes, quase sem gordura. O paillard também estava muito bom, molinho, mas não é nada demais. É gostoso, mas acho que vale mais a pena investir no prato maior de massa!

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Pensamos em arriscar uma sobremesa, mas confesso que eu comi um pouco além da conta, então achei melhor não abusar! haha Ah, as bebidas foram um chopp Baden para ele e um Aperol Spritz para mim. Nunca tinha tomado, e achei gostoso. Um pouquinho grande para quem não está acostumada a beber tanto, mas nada que uma garrafinha de água do lado não ajudasse, hahaha.

Os preços são ok para o padrão do restaurante. Nada absurdo, um prato de massa em torno de R$35,00 o pequeno e R$45,00 o grande, por exemplo. Achei que comemos bem, em um lugar muito interessante e por um valor razoável.

Alguém aí já foi? O que achou? Se tiver dicas de outros pratos, me conta! Já to doida pra voltar! 😉

Beijos! =)

Livros
24 out 2016 • Por Giu Menezes

Espada de Vidro, de Victoria Aveyard

Esse é o segundo livro da série “A Rainha Vermelha”. Para ver a resenha do primeiro, clique aqui.

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“Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar.”

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Sinopse

Depois de se passar por uma prateada, de se juntar à Guarda Escalarte, de se envolver não com um, mas com os dois príncipes de Norta e de ser traída por um deles, Mare consegue fugir do palácio e ainda leva Cal a tiracolo. Um prateado no meio dos revolucionários é um perigo, mas não havia como deixar o príncipe exilado, acusado de matar o próprio pai, para trás. Mare sabe que Maven vai caçar os dois e a segurança de Cal importa tanto quanto a dela. Junto à Farley, Kilorn e outros membros da Guarda, eles são levados para um lugar seguro, longe do alcance de Maven, mas não por muito tempo.

Mare está ciente de que o novo rei tem a mesma lista que ela: vermelhos com poderes prateados espalhados pelo país, que podem nem saber ainda de seus poderes. Enquanto ela quer salvá-los, Maven quer destruí-los, para que mais ninguém saiba de sua existência. Em uma corrida contra o tempo, a garota elétrica consegue poucos, mas bons aliados, inclusive Cal, que não se entrega à causa vermelha, mas nutre o desejo de vingança contra o irmão e a mãe dele, a impiedosa rainha Elara. Além disso, a relação do príncipe e de Mare não é tão bem esclarecida assim, no entanto, um não consegue deixar o outro, ao mesmo tempo que Mare não consegue se desligar do garoto que Maven era – ou fingia ser. Em busca dos sanguenovos desconhecidos, eles tem que se esconder do reino enquanto treinam e planejam o recrutamento desses vermelhos superpoderosos. Mas a que preço da sua sanidade, Mare vai conseguir se manter entre a linha tênue do que é necessário fazer e do que pode torná-la o monstro que Maven diz que ela é?

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Se em “A Rainha Vermelha” eu demorei umas 100 páginas para engatar a história e entender o que estava acontecendo, em “Espada de Vidro” a pegada foi totalmente diferente! O livro praticamente voou para mim, quando me dei conta já estava no fim! Um capítulo mais emocionante e mais instigante que o outro. Cenas que eu imaginava que aconteceriam mais para o final, foram aparecendo no meio e surpreendendo cada vez mais. Além disso, achei que neste livro o lado escuro das personagens foi mais explorado, sem ficar nas entrelinhas – quem era ruim, começou a se mostrar pior, e os bonzinhos trouxeram seu lado sombrio à tona também.

A narrativa ainda é da perspectiva de Mare, em primeira pessoa, e a história ainda gira na revolução, sem se apegar muito ao romance. Apesar de agora ter mais cenas que despertam sentimentos, dá para entender o afastamento e as reações de algumas personagens. Nem chega a dar raiva como aconteceria em outros livros, haha.

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Não vejo a hora de ler o terceiro, porque o final do segundo foi algo que eu jamais imaginava, ou esperava que fosse acontecer! Aliás, acho que ninguém, no caso! “King’s Cage” tem previsão de estreia simultânea no Brasil e nos EUA para fevereiro de 2017. Dá para adiantar o relógio?

O que vocês acharam?

Beijos! =)